Para TODOS os Professores...
De um engenheiro, marido de uma professora.
A propósito das avaliações e do processo continuado de desacreditação dos Professores que a Ministra quer impor à opinião pública, gostaria que os
Professores pensassem no seguinte:
deviam pensar seriamente
Pela manhã, TODOS os professores se apresentavam nas suas escolas para iniciarem o seu dia de trabalho.
Agora vai ser necessário um pouco de aritmética, mas da mais básica.
- É que também é suposto que, antes de exigir resultados, a escola lhe forneça condições de trabalho.
Facilmente os Conselhos Executivos chegarão à conclusão que a escola não oferece condições aos professores para que estes trabalhem, e terão que o comunicar ao Ministério, ou não há seriedade. (Ou tentarão os Conselhos Executivos agir de forma a convencerem os professores de que, como estes se acotovelam na escola, o melhor será irem para casa? )
Mas poderão os professores ser penalizados por quererem exercer o seu trabalho no local de trabalho que lhes está por natureza determinado?
Deixem de ser um bando e passem a actuar como um GRUPO.
Se assim não for, rendam-se às evidências e façam o trabalho dos auxiliares educativos, que ajudam o ministério a poupar uns cobres.
E NÃO SE QUEIXEM.
Para quem não sabe, não sou professor. Sou um reles engenheiro que às vezes pensa nestas coisas, muitas delas quando às quatro ou cinco da manhã grito para a minha mulher que está no escritório a corrigir testes e lhe pergunto se não se vem deitar.
Agora, façam a vossa parte. Façam forward deste mail para todos os vossos amigos, especialmente os professores. Comecem a divulgar esta ideia e façam entender a este Portugal e ao Ministério da Educação a importância do professor.
Filipe Pinheiro de Campos Bragança
De um engenheiro, marido de uma professora.
A propósito das avaliações e do processo continuado de desacreditação dos Professores que a Ministra quer impor à opinião pública, gostaria que os
Professores pensassem no seguinte:
Em vez de fazerem greves inócuas, que
ainda por cima cheiram a férias desapropriadas entre feriados, os professores
ainda por cima cheiram a férias desapropriadas entre feriados, os professores
deviam pensar seriamente
em cumprir integralmente nas suas escolas o seu
horário
de trabalho.
de trabalho.
Passo a explicar:
Pela manhã, TODOS os professores se apresentavam nas suas escolas para iniciarem o seu dia de trabalho.
Agora vai ser necessário um pouco de aritmética, mas da mais básica.
Se
um professor tem 3 horas de aulas num dia, cumpre mais quatro horas
de permanência na escola.
Nessas quatro horas é suposto corrigir testes, preparar
aulas, elaborar enunciados das provas, etc., etc. tudo o que
se relacione com a sua profissão e que normalmente
está habituado (mal ) a fazer em
casa.É também suposto utilizar as
secretárias, as cadeiras, os computadores e as impressoras
da escola para o seu trabalho.
- É que também é suposto que, antes de exigir resultados, a escola lhe forneça condições de trabalho.
No final das sete horas de trabalho diário (7
x 5 = 35)
saíam da escola para casa, deixando na escola o trabalho que ficou por fazer.
saíam da escola para casa, deixando na escola o trabalho que ficou por fazer.
Facilmente os Conselhos Executivos chegarão à conclusão que a escola não oferece condições aos professores para que estes trabalhem, e terão que o comunicar ao Ministério, ou não há seriedade. (Ou tentarão os Conselhos Executivos agir de forma a convencerem os professores de que, como estes se acotovelam na escola, o melhor será irem para casa? )
Mas poderão os professores ser penalizados por quererem exercer o seu trabalho no local de trabalho que lhes está por natureza determinado?
Deixem de ser um bando e passem a actuar como um GRUPO.
TODOS para as escolas desde manhã a
cumprirem o horário de trabalho na escola, o local de
trabalho natural.
Atasquem completamente as escolas com a vossa
presença e deixem que a ausência de
condições de trabalho faça o
resto.
Deixem-se de greves inócuas e atrapalhem verdadeiramente o sistema de forma legal.
Provem de uma vez por todas que querem trabalhar e que este patrão não vos dá condições de trabalho apesar de vos exigir resultados, e ainda por cima
enxovalhando-vos continuamente.
Deixem-se de greves inócuas e atrapalhem verdadeiramente o sistema de forma legal.
Provem de uma vez por todas que querem trabalhar e que este patrão não vos dá condições de trabalho apesar de vos exigir resultados, e ainda por cima
enxovalhando-vos continuamente.
Substituam os sindicalistas que vos representam
tão mal e que já não sabem o que é dar uma aula há mais de 20 anos por Professores que saibam discutir os assuntos de forma séria.
tão mal e que já não sabem o que é dar uma aula há mais de 20 anos por Professores que saibam discutir os assuntos de forma séria.
Sejam
de uma vez por todas PROFESSORES
UNIDOS.
Se assim não for, rendam-se às evidências e façam o trabalho dos auxiliares educativos, que ajudam o ministério a poupar uns cobres.
E NÃO SE QUEIXEM.
Para quem não sabe, não sou professor. Sou um reles engenheiro que às vezes pensa nestas coisas, muitas delas quando às quatro ou cinco da manhã grito para a minha mulher que está no escritório a corrigir testes e lhe pergunto se não se vem deitar.
Agora, façam a vossa parte. Façam forward deste mail para todos os vossos amigos, especialmente os professores. Comecem a divulgar esta ideia e façam entender a este Portugal e ao Ministério da Educação a importância do professor.
Filipe Pinheiro de Campos Bragança
Mon 28 Jan 2008 20:45